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Independência do Brasil: liberdade, futuro e a luta pelo país que queremos

Lord Engel5 min

Falando de independencia

  Independência do Brasil: liberdade, futuro e a luta pelo país que queremos

Hoje é dia de celebrar a Independência do Brasil. No entanto, para muitos brasileiros, a data também provoca uma reflexão sobre a liberdade que temos atualmente e sobre o país que desejamos deixar para as próximas gerações.

Na minha visão, estamos novamente diante de uma luta pela liberdade. Vejo um Brasil em que diferentes narrativas políticas dominam o debate público e no qual o governo e parte das grandes emissoras, como Globo, Band e SBT, exercem forte influência sobre aquilo que chega à população.

Também observo um cenário marcado por insegurança, dificuldades econômicas e crescente tensão política. São problemas que atingem diretamente a vida das famílias brasileiras e alimentam a sensação de que precisamos recuperar o país.

A defesa da liberdade e o cenário político

A liberdade de expressão é uma das questões que mais me preocupam. Muitas pessoas sentem receio de manifestar suas opiniões políticas por medo de serem perseguidas, condenadas socialmente ou tratadas como inimigas.

Dentro desse cenário, considero importante apoiar Flávio Bolsonaro como uma alternativa política para o país. Defendo também que seja discutida a situação das pessoas presas em decorrência dos acontecimentos de 8 de janeiro, assim como a situação de Jair Bolsonaro, que considero um preso político.

Na minha perspectiva, Flávio Bolsonaro pode representar um caminho para reorganizar o país e recuperar valores que considero fundamentais para o Brasil.

Essa mudança, porém, não dependeria apenas da Presidência da República. Também considero importante a eleição de senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais alinhados a esse projeto político.

Independência, monarquia e o papel do Estado

Quando penso na Independência do Brasil, também reflito sobre a própria história política do país e sobre a possibilidade de uma monarquia.

A ideia de ver novamente descendentes de Dom Pedro ligados ao futuro político brasileiro desperta meu interesse. Nesse contexto, considero Luis Felipe de Orleans e Bragança um bom político, especialmente por sua atuação em defesa da redução da presença do Estado sobre o trabalhador.

Independentemente do modelo institucional, acredito que o Brasil precisa discutir seriamente até que ponto o Estado deve interferir na vida das pessoas.

O trabalhador brasileiro enfrenta impostos elevados, juros altos e dificuldades para manter sua família. Por isso, considero necessária uma redução da carga tributária e dos juros para que as pessoas tenham melhores condições de trabalhar, produzir e viver.

O custo de vida e a realidade das famílias

A dificuldade econômica aparece de maneira muito concreta no cotidiano.

Todos os dias vamos ao mercado e percebemos o aumento dos preços. Para muitas famílias, manter as contas em dia e comprar os produtos necessários tornou-se uma batalha diária.

Essa realidade aumenta a insatisfação de uma parcela da população com o governo, com o sistema político e também com veículos de comunicação considerados próximos ao governo.

Na minha avaliação, meios como Brasil 247, ICL e Mídia Ninja representam uma linha editorial da qual discordo profundamente. Da mesma forma, tenho críticas às grandes emissoras e à maneira como parte da imprensa apresenta os acontecimentos políticos.

Por isso, considero fundamental que cada pessoa procure diferentes fontes, compare informações e desenvolva sua própria visão sobre aquilo que está acontecendo no Brasil.

Um Brasil menos dependente de Brasília

Precisamos recuperar aquilo que considero o espírito de liberdade que esteve presente na Independência do Brasil.

Também acredito que o país precisa diminuir sua dependência de Brasília. O futuro do Brasil não pode depender exclusivamente das decisões tomadas no centro do poder político.

O desenvolvimento precisa alcançar estados, municípios, trabalhadores, empreendedores e famílias.

Precisamos trabalhar e viver pensando em um bem maior: oferecer uma vida melhor aos nossos filhos, netos e às pessoas que são importantes para nós.

A batalha também acontece na cultura

Minha contribuição para essa discussão acontece principalmente na área cultural.

Por meio de lives, vídeos e cortes, buscamos enfrentar ideias que consideramos totalitárias e defender nossos valores dentro do debate cultural.

Esse trabalho também acontece junto a parceiros como Timeline, Grupo ELANE, Liga Nerdola e muitos outros que participam dessa caminhada.

A cultura é uma parte importante da formação de uma sociedade. Filmes, séries, animes, livros, notícias e entretenimento também carregam ideias e valores. Por isso, acredito que participar desse debate é uma maneira de contribuir para o futuro.

Não podemos desistir. Essa luta não diz respeito apenas ao presente, mas também às futuras gerações.

Educação, cultura e economia precisam fazer parte da reconstrução

Para mim, colocar novamente a direita no poder não pode significar apenas vencer uma eleição.

É necessário construir um projeto capaz de melhorar diferentes áreas do Brasil, incluindo educação, cultura, economia e tantas outras.

Se houver uma mudança política, ela precisa resultar em melhorias concretas na vida das pessoas. O objetivo deve ser fazer o Brasil crescer novamente, recuperar oportunidades e permitir que as famílias tenham esperança no futuro.

Também faço questão de ajudar outras pessoas sempre que posso. Não acredito que a construção de um país melhor deva partir do desejo de fazer mal aos outros, mas da disposição de continuar caminhando e defendendo aquilo em que acreditamos.

A independência também é uma responsabilidade com o futuro

A Independência do Brasil não deve ser lembrada apenas como um acontecimento histórico. Ela também pode servir como momento de reflexão sobre liberdade, responsabilidade e sobre o país que queremos construir.

Continuarei defendendo aquilo em que acredito e trabalhando por um Brasil melhor.

Faço isso pelo meu filho, pela minha família, pelos meus amigos e por todas as pessoas que apoiam o canal.

Existem momentos de cansaço e quedas ao longo do caminho, mas isso não significa desistir.

Enquanto acreditar que posso contribuir, continuarei lutando, dentro da cultura e do debate público, por um Brasil melhor para esta geração e para as próximas.

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